Manifesto
17h. A urna imprime. Você confere.
Às 17h do dia da eleição, cada urna do Brasil imprime um papel.
Ele tem todos os votos daquela seção, um QR Code e uma assinatura digital.
E ele fica colado na porta, para qualquer pessoa ver.
Esse papel é a prova. Sempre esteve ali.
Faltava alguém olhar para ele junto, ao mesmo tempo, no país inteiro.
Nós somos esse alguém. Você também.
Acreditamos que confiança não se pede: se mostra.
Que uma eleição forte é aquela que aguenta ser conferida por qualquer pessoa, com um celular na mão.
Que fiscalizar não é desconfiar. É cuidar.
Por isso fizemos a Apuração Cidadã:
- Você escaneia o boletim da porta. Trinta segundos, sem conta, sem localização.
- O app confere se o boletim está íntegro. Hash, somas, assinatura.
- Comparamos com o que o TSE publica, seção por seção. Igual: está provado. Diferente: a divergência aparece, com a prova, para todo mundo ver e para ser explicada.
O que prometemos:
- Não torcemos. Os dois lados têm o mesmo tamanho, a mesma cor, o mesmo espaço. Nenhum resultado nosso, nenhuma projeção: o resultado é o do TSE.
- Não acusamos. Divergência é um fato a ser explicado, não um veredito. Urna de contingência, erro de leitura, foto cortada: tudo isso existe, e tudo aparece com as provas abertas.
- Não te vigiamos. Sem cadastro, sem GPS, sem foto guardada. Você manda um documento público, não os seus dados.
- Não pedimos que acreditem em nós. O código é aberto. Todo envio entra num registro público encadeado por hashes, ancorado de hora em hora. Qualquer pessoa refaz a conta.
São mais de 500 mil seções. Nenhuma instituição consegue olhar para todas na mesma noite.
Mas 150 milhões de eleitores conseguem.
No dia 25 de outubro, depois de votar, volte até a porta da sua seção às 17h.
Escaneie. Confira. Compartilhe.
Seu voto você já deu. Agora confira.
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